[.foto + poster + trailer :: the dark knight.]

Ok, ok! Só pra falar que eu não publiquei. :P


Heath Ledger sem a maquiagem do Joker, o bobo, o palhaço

 


o poster mais foda até aqui

 


e o trailer “exclusivo” da Domino´s Pizza

[.BEYOND THE ORDINARI•E.]

Pois bem. Cá estou eu para falar do, até então, filme do ano.

“Mas a cada filme que a Pixar lançar, você vai falar que é o melhor do ano?”

Sim. Motivos não faltam e se eu fosse enumerar cada um deles, ficaria aqui até ano que vem. Por isso eu vou resumir em um só: o toque que ela dá a cada produção é único. Cada filme é tratado como se fosse um diamante sendo lapidado para conseguir o maior brilho possível. E com WALL•E ela se superou.

Só para situar, “no ano 2700 a Terra ficou tão tóxica que os humanos debandaram - entraram todos numa gigantesca nave espacial, Axiom, que fica circulando o planeta esperando a hora em que as toxinas baixarão e as pessoas poderão voltar. Wall-E é o último dos robôs desenhados para limpar o lixo deixado na superfície da Terra.” (Omelete)

Desde a primeira cena, onde vemos a visão do planeta coberto por lixo e completamente deserto, até os créditos finais (a evolução dos estilos artísticos é genial) é impossível tirar o olho da tela e não se deixar levar pelo carisma do personagem que dá nome ao filme. Dentro de uma carreira 100% (duvido que alguém consega falar sobre alguma coisa que a Pixar tenha feito que seja medíocre) e apaixonada pelo que faz, a cada filme lançado vemos uma evolução no patamar da animação, não apenas nos aspectos técnicos mas também na narrativa. E é aí que mora a essência de WALL•E: o sentimento que cada cena proporciona é algo genuíno. É de encher não só os olhos com a personalidade do protagonista, que é um misto do ET de Spielberg e do saudoso Johnny 5, de Um Robô em Curto-Circuito.

WALL•E é um clássico instântaneo e a prova que devemos agradecer pela Pixar existir e poder proporcionar momentos que ficarão para sempre nas memórias de quem curte bons filmes. ;)

Nota: realmente precisa?

E agora, o Wall•e de verdade… (eu quero um!)

[.clipe do dia.]

Hifana (ou DJs que não dão apenas o play)

[.sessão wanderley_e dá-lhe idéia errada.]

Pois bem. Vivemos na era das idéias erradas. Por que eu disse isso?
Porque eu precisava dizer algo antes de começar a mostrar o que tem aparecido de ruim, fudido, fétido e acima de tudo errado.

Primeiro: navegando pelo Omelete, me deparo com a seguinte notícia: “Produtores falam sobre a continuação de 300 e novo épico grego.” Ops… continuação de 300? Cara, a história teve um início, meio e fim (ainda que meia boca). Pronto. Acabou. O que tem pra mostrar? A rainha pagando de putinha? Mais marombados com lanças e espadas destruindo mais persas?

Pois bem, se a coisa já tava errada com a continuação de 300, depois que eu li o resto da notícia, a parte fétida estava ligada ao “novo épico grego”… “Confirmaram também que estão trabalhando em um novo épico passado na Grécia antiga, um filme chamado War of Gods, cujos contratos acabam de ser fechados. “É um filme diferente de 300… é uma guerra imensa entre os Deuses, os Titãs e humanos”“.

PUTA QUE O PARIU! (a explicação para o palavrão encontra-se abaixo)

Continuando… guerra entre Deuses e Titãs… já vi isso antes.

……………………………………………..

Segundo: Todo mundo sabe que estão fazendo um filme do GI Joe, vulgo COMANDOS EM AÇÃO. (idéia erra 1).

Agora, liberaram novos cartazes do filme e oficializaram o nome da bagaça (idéia errada 2)…

Sim. Isso mesmo… G.I. JOE: RISE OF COBRA. Agora, quantas piadas de mal gosto você consegue pensar em menos de 1 minuto com esse subtítulo pra lá de infeliz?

…………………………………………………….

Terceiro: Pra fechar o dia, você se lembra que a Marvel pretende lançar uma revista com versões primatas dos seus personagens. Mais hein?! Tipo macaco, chimpanzé, orangotango. Sacou? Então…

Por hoje chega.

[.o que vem por aí.]

Pra ninguém ficar reclamando que eu não avisei!

WALL•E :: estréia dia 27 de junho (próxima sexta)

wall-e

Sem papas na língua, o filme da Pixar pode ser o filme do ano (mesmo). “O filme se ambienta no ano 2700, quando a Terra ficou tão tóxica que os humanos debandaram - entraram todos numa gigantesca nave espacial, Axiom, que fica circulando o planeta esperando a hora em que as toxinas baixarão e as pessoas poderão voltar. Wall-E é o último dos robôs desenhados para limpar o lixo deixado na superfície da Terra.” (omelete)

HANCOCK :: estréia dia 4 de julho

hancock

Will Smith bancando um super-herói beberrão e folgado. Não tem como não ser divertido! “A história mostra um super-herói alcoólatra, mulherengo e desacreditado (Smith) que tenta se reinventar. Pra isso surge até um RP (Jason Bateman) que decide ser seu relações-públicas.” (omelete)

[.enquanto isso, dentro do ônibus.]

Já falei mais de uma vez que o ônibus é a minha biblioteca. É o lugar onde rola de ficar sentado escutando música e lendo calmamente. As últimas leituras foram (não necessariamente nessa ordem):

  

100 Balas continua subindo na qualidade. O que começou bom está ficando melhor e a trama que parecia confusa e sem rumo, começa a tomar forma e a sensação de estar meio perdido foi claramente empregada pelos autores pra valorizar a história de um jeito bem original.

Leões de Bagdá, que eu já tinha falado a uns posts atrás, realmente fez jus às minhas expectativas. A história é uma fábula / metáfora fantástica com uma arte que é impossível não ficar admirando não só a qualidade dos desenhos e cores, mas como a dinâmica das cenas e toda a sequencia delas. Impossível ler uma vez. Embora a primeira vez sempre dê um impacto maior.

Sandman - Entes Queridos dispensa comentários. É o início do fim. É o suspiro antes do rasante. Com certeza o mais difícil de digerir, devido a densidade da história. Pra chorar ouvindo “Butterflies and Hurricanes” (Muse), especialmente na batalha entre Morpheus e as Fúrias.

E ainda tive um bônus.

“A partir de um inocente encontro com a jovem Yukiko, um quadrinhista francês se vê encantado pela bela jovem e por suas imperfeições.

Como ela está apaixonada por outro homem, ele propõe “um romance entre parênteses”, enquanto o outro rapaz se encontra fora da cidade. Assim, eles embarcam numa aventura.

Com o decorrer da história a intensidade da paixão e da obsessão do autor pela sua musa aumenta, a ponto de a própria trama ter sua realidade distorcida. À proporção em que o sentimento se torna mais forte, se eleva também o erotismo da história. Contudo, é preciso lembrar que este é apenas um “romance entre parênteses”.” (Universo HQ)

Uma história pra lá de intimista em que as sensações que este álbum provoca são extremamente particulares. Altamente recomendável.

[.agente 86.]

Sexta-feira passada fui olhar as estréias da semana e inicialmente nada tinha me chamado atenção. Na falta de opções, tínhamos Red Belt (Cinturão Vermelho), filme que conta com a presença dos brasileiros Rodrigo Santoro e Alice Braga e o Agente 86.

Ok, nada que me fizesse conferir qualquer um dos dois no dia da estréia. E pra me entreter no domingão, eu e meus companheiros de banda, fomos ver Agente 86. Uma comédia num domingo cai bem, ainda mais se tiver o Steve Carrell e Mel Brooks envolvidos.

Por se tratar de uma adaptação de uma série de TV, fiquei com o pé atrás. Mas com o passar do filme a coisa foi mudando de figura. Com um elenco pra lá de competente, que tem Alan Arkin, Terrence Stamp, Masi Oka e Dwayne “The Rock” Johnson, o filme mostra quando “a central de comando da Controle é atacada e seus agentes são dizimados, cabe ao novato em campo Maxwell Smart assumir a posição de Agente 86 e partir para a ação, ao lado da sexy veterana 99.” (Omelete)

Mas além de Steve, Anne Hathaway como agente 99 rouba a cena com sua sensualidade (especialmente na cena dos raios). Mas as risadas ficam por conta de Carrell, que com o seu tempo perfeito para comédia, garante a diversão do filme.

Mesmo sendo uma boa comédia, pra mim o filme em que eu mais vou rachar de rir ainda será Tropic Thunder. :P

Nota: 4 de 5

[.o poster do dia.]

Algum tempo atrás eu postei o trailer do novo filme dos irmãos Coen (onde os fracos não têm vez): burn after reading. Agora é a vez do poster!

É uma clara homenagem ao mestre Saul Bass (1920 - 1996), designer gráfico e cineasta, mais conhecido por seu trabalho de design gráfico no cinema e abertura de filmes, pelo qual é considerando por muitos como um paradigma dessa atividade. Que já trabalhou com Hitchcock, passando por Stanley Kubrick até Martin Scorcese.

Aqui você conhece um pouco mais sobre o trabalho e a carreira de Saul, que se tornou uma das melhores referências para este que vos escreve. Aí embaixo tem uma sequencia de abertura para Star Wars e os créditos iniciais para “Os Bons Companheiros”. Divirtam-se ;)

 

[.hulk ESMAGA!.]

Indo direto ao ponto: o Hulk esmaga! Mas dessa vez esmaga com gosto. Reconheço que o outro filme do Hulk, dirigido pelo Ang Lee em 2003, tem seus méritos (a montagem eu acho fantárdiga) mas também tem alguns defeitos que pesaram mais que as qualidades ao meu ver (transformar o pai do Bruce num vilão todo energético não foi uma idéia muito boa) e o fato de não ter faturado muitos ca$calhos pra Marvel na época (comparando com outros filmes como homem-aranha ou x-men) levou a empresa a não fazer uma continuação para o “gigante esmeralda”.

Aproveitando que os direitos do personagem voltaram “pra casa”, a Marvel que não é boba resolveu fazer outro filme, mas dessa vez aproveitando e colocando o seu monstro já dentro do seu universo cinematográfico, com direito a participação de Tony Stark e tudo mais, preparando mais ainda o terreno para o futuro filme dos Vingadores.

Mas falando do Hulk, o filme já conta com uma origem resumida do personagem que ajuda muito bem a situar o público no clima do filme e mostra que além de seguir e respeitar o quadrinho, tem também na série de TV uma das suas principais referências. Bruce Banner anda pelo mundo tentando descobrir a cura para o seu “problema” enquanto o exército, na figura do obsessivo general Ross vai atrás para ter o controle do poder que Banner carrega consigo. Nesse jogo de gato e rato temos ainda a participação de Emil Blonsky (Tim Roth), um soldado cheio de habilidades que quer o poder do Hulk para si e passa a odiar Bruce por não achá-lo digno de carregar tal poder consigo, e Betty Ross (Liv Tyler), o amor da vida do herói que passa a ajudá-lo na busca da cura e fugir da caçada promovida pelo seu pai.

Pra quem é fã dos quadrinhos, está tudo lá: o conflito interno do protagonista, a brutalidade do verdão, gancho para uma possível sequência. E para quem nem conhece direito o personagem, não é preciso se preocupar, pois mesmo o roteiro com alguns pequenos furos (mas nada que comprometa), o filme põe o Hulk com o pé direito nos cinemas com um filme de ação competente.

Nota: 4 de 5.

[.peraí rapidinho.]

Muitos posts chegando.

Aguarde e confie!  ;)