A self-fulfilling prophecy of endless possibilty
You’re born and raised across the street
In algebra, in algebra
The fences that you cannot climb
The sentences that do not rhyme
In all that you can ever change
The one you’re looking for
It gets you down
It gets you down
There’s no spark
No light in the dark
It gets you down
It gets you down
You travel far
What have you found
When there’s no time
There’s no time
To analyse
To think things through
To make sense
Like cows in the city, they never looked so pretty
By power carts and blackouts
Sleeping like babies
It gets you down
It gets you down
You’re just playing a part
You’re just playing a part
You’re playing a part
Playing a part
When there’s no time
There’s no time
To Analyse
Analyse
Analyse
A Warner Bros. está repetindo a estratégia que deu certo com Matrix: animações pra mostrar o que aconteceu entre um filme e outro.
Se deu certo com Animatrix, por que não daria com Batman? Pensando nisso, a Warner vai lançar um DVD com uma série de animações que mostram o que aconteceu entre Batman Begins e Dark Knight.
Abaixo tem as novas fotos que acabaram de sair do forno e o vídeo do preview.
A Pixar acaba de mostrar mais um (belo) pôster do seu novo trabalho: wall•e.
“O filme se ambienta no ano 2700, quando a Terra ficou tão tóxica que os humanos debandaram – entraram todos numa gigantesca nave espacial, Axiom, que fica circulando o planeta esperando a hora em que as toxinas baixarão e as pessoas poderão voltar. Wall-E é o último dos robôs desenhados para limpar o lixo deixado na superfície da Terra.
A direção é de Andrew Stanton (Procurando Nemo). Wall-E estréia mundialmente em 27 de junho.” (Omelete)
Juntando as revistas lançadas nos últimos meses, como Tom Strong, 100 Balas, Preacher, mais as que vem por aí esse mês, lá vou me lascar. Tanto pra comprar como pra ler. Mas, enfim, aí segue o que vem por aí em fevereiro:
Não necessariamente, vou comprar isso tudo. Mas algumas coisas valem o cascalho como Hellblazer, Authority, Torre Negra e o nosso querido e saudoso amigo Will. Mas o resto talvez valha uma menção honrosa, como o final de Justiça e a morte do Capitão América.
Aí você me pergunta, “por que diabos o novo Batman do Frank Miller tá fazendo ali?”
É apenas a dose de masoquismo do mês.
Olha só, no início da semana passada foi anunciado que o DVD de Akira chegaria ao Brasil com todas as pompas possíveis devido a comemoração dos 20 anos do longa metragem inspirado no mangá criado por Katsuhiro Otomo.
“Serão duas opções de box. A edição de colecionador virá em uma lata com as duas versões do filme – a original de 1988 e a widescreen remasterizada com dublagem original – mais pôster e dois cards. Já a opção simples traz só a versão wide remasterizada. Preços sugeridos: R$ 34,90 (simples) e R$ 49,90 (colecionador).
O lançamento, comemorando os 20 anos do longa, está marcado para 23 de abril. ” (Omelete)
Pra variar, estamos atrasados pois a versão que chega aqui só este ano existe lá fora desde 2001. Mas antes tarde do que nunca.
Mas se você pensa que o post acabou, tá muito enganado. Dias depois deste anúncio, a Warner Bros. oficializou a produção de 2 filmes sobre Akira, adaptando o mangá/anime e segundo o Omelete, o primeiro já é para o ano que vem. O diretor será Ruairi Robinson e o roteirista Gary Whitta.
E já emendando o segundo-hit do filme, segundo o Universo HQ, “o mangá será mais uma vez adaptado aos cinemas, em dois filmes da Warner, com Leonardo DiCaprio no papel do delinqüente Shotaro Kaneda. Tetsuo Shima, colega de Kaneda, será interpretado por Joseph Gordon-Levitt (do seriado Third Rock from the Sun)
A história se passará em New Manhattan (e não em Neo Tóquio), uma cidade reconstruída com dinheiro japonês, depois de ser destruída há 31 anos.
DiCaprio também será um dos produtores, com sua companhia Appian Way, juntamente com Andrew Lazar, da Mad Chance, e Jennifer Davisson.”
O Oscar rolou domingo a noite, mas assistir pela Globo foi algo insuportável pela incrível falta de carisma e desdém por alguns filmes por parte dos apresentadores. A safadeza-mór ficou por parte do desdém que o safado do Zé Wilker demonstrou especialmente com os prêmios ditos “técnicos”, no qual Ultimato Bourne levou. Ele apenas se limitou a dizer que “era um filme barulhento” e por causa do barulho excessivo levava os Oscars de melhor edição, montagem e mixagem. Patético.
Mas pra você que não viu o Oscar ao vivo e a cores (ainda mais pela Globo), pode conferir um resumo em 1min cravado da cerimônia clicando aqui.
Espero que façam isso ano que vem.
No mais, fiquei feliz pelos prêmios técnicos de Ultimato Bourne, além é claro por Ratatouille (melhor animação), Sweeney Todd (direção de arte) e Juno (roteiro original). Quanto aos outros filmes ganhadores, vou tentar vê-los nas próximas semanas.
Sabe aqueles filmes que te conquistam por completo? Cada personagem, cada cena, cada diálogo. Enfim, Juno (que eu acabei de assistir) é assim.
E eu não falo isso por causa da protagonista interpretada pela Ellen Page. Falo de cada pedacinho, e quando a última cena se encerra e entram os créditos finais só um pensamento me veio na cabeça: “preciso ver de novo! Aliás, preciso ver de tempos em tempos, todo mês, toda semana, que seja.”
Pra você ficar por dentro, “Juno McGuff (Ellen Page) é uma adolescente esperta que engravida depois de uma única relação com o seu melhor amigo (Michael Cera). Ela decide ter o bebê – e isso inclui crescer com todas as estranhezas de conviver com o casal que adotará a criança. Jennifer Garner e Jason Bateman interpretam o tal casal.”
Agora que já sabe, posso afirmar que Juno é um filme alternativo e que transmite uma honestidade como poucos. A história tem poucas reviravoltas, mas nem por isso chega a ser previsível. Os diálogos e as cenas estão afiados de tal maneira que não há picaretagem em nenhuma interpretação por parte do elenco. E a trilha sonora é um deleite a parte (eu recomendo).
Mas como nem tudo são flores, a legenda em português fez o imenso favor de reduzir o poder de algumas falas, especialmente as de Juno que são mais ácidas e descoladas, traduzindo a um jeito simplista, nivelando por baixo. Se você tem o inglês mais afiado, sugiro que se concentre nas falas e não nessa legenda picareta (que não chega a comprometer o filme).
Parabéns pela direção de Jason Reitman, ao roteiro de Diablo Cody e ao elenco (especialmente a Ellen Page) por me conquistarem desse jeito. Mal posso esperar para chegar o DVD para comprar…
Com isso, Juno se junta à minha lista particular de filmes para ver com frequencia, como Seven, Big Fish, Curtindo a Vida Adoidado, De Volta para o Futuro, O Castelo Animado e tantos outros, sem importar se vai ou não ser oscarizado.
Hora da atualização cinematográfica! Tem pra todo mundo, sci-fi com monstro, faroeste totalmente excelente e um filme de máfia de primeira (mas não necessariamente nessa ordem).
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Começamos com o melhor faroeste desde “Os Imperdoáveis”. Sim, fale o que quiser, mas o remake de “Galante Sanguinário” com Christian Bale e Russel Crowe surpreende pelas atuações, história e tudo mais.
“A história acompanha um rancheiro modesto e desesperado, Dan Evans (Christian Bale), que aceita a missão de escoltar o temido fora-da-lei Ben Wade (Russel Crowe) a uma cidade vizinha, onde passa o tal trem das 3h10 até Yuma, onde ele será encarcerado. O problema é que todo o bando do criminoso já está atrás de Evans, e uma pequena guerra pode começar.” (omelete). Confira o trailer abaixo.
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Ridley Scott passou um tempo escorregando aqui e ali com seus últimos filmes. Mas se redime com este filme no melhor estilo máfia/investigação policial “baseado em fatos reais”. Russel Crowe (de novo) se junta a Denzel Washington (este sim o verdadeiro protagonista do filme) para mostrar a ascenção e decadência de Frank Lucas como rei da heroína no Harlem. Até o Cuba Gooding Jr. está bem nesse filme.
“Nova York, início dos anos 70. O detetive de narcóticos Richie Roberts tenta prender Frank Lucas, chefe do tráfico de heroína no Harlem, cujo estilo exibicionista lhe rendeu o apelido de “Superfly”. “ (cinema em cena)
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E agora a cereja do bolo. ”A trama do filme acompanha a despedida de Rob (Michael Stahl-David), que está indo para o Japão, a terra dos monstros gigantes. Ironicamente, a metrópole que está para ser arrasada por um ser ensandecido é Nova York – e a festa de Rob vira uma noite de terror. O filme é inteiramente rodado com câmeras digitais caseiras, como se fossem a perspectiva da população. O roteiro é de Drew Godard (Lost, Alias, Buffy) e a direção de Matt Reeves. A produção é da Bad Robot de J.J. Abrams. ” (omelete)
Aí você pode até pensar: “pô, já vi Godzilla e Bruxa de Blair, o que pode sair de bom se misturar?”. Mas na verdade o que pega é o impacto que a visão do ponto de vista do grupo que acompanha o protagonista por uma Manhattan completamente destruída. E nesse ponto o filme tá mais perto de um Tubarão da vida, onde o suspense sobre a aparência do monstro é mantido em quase todo filme.
E a dica é: vá assistir no cinema. Esperar chegar em home video não compensa, a não ser que vc tenha aquela tv bacana e um home theater, mas o que não vai substituir a experiência de ver Nova York massacrada por um monstro desconhecido e assustador. Ah! E outra coisa bacana é que os personagens tem MySpace e tudo mais. Depois de ver o filme e se tiver saco, acesse.
RT @cortielha: "tem gente que lê thomas hobbes, gente que fuma cannabis, gente que ora pro nobis, gente que dá o forevis" Porcas Borboletas 10 hours ago